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Programa de estruturação societária · Sociedades limitadas de 2 a 4 sócios

A sua sociedade já tem regra para saída, morte e impasse.Nenhum de vocês escreveu, e nenhum de vocês leu.

Na omissão do contrato, quem responde a essas perguntas é a lei, com regras pensadas para uma sociedade genérica. Em 30 dias, o escritório conduz os sócios pelas decisões que essas situações exigem e transforma cada uma delas em cláusula, no Acordo de Sócios e no Contrato Social da empresa.

Leva 2 minutos. Retorno em até 24 horas.

Quatro reuniões conduzidas · Dois documentos sob medida · A empresa não para

O que já está valendo

Sem acordo, a sociedade não fica sem regra.

Fica com a regra padrão.

A ausência de Acordo de Sócios não cria um espaço em branco. Ela aciona o que a lei determina para a sociedade limitada em geral e o que ficou no contrato social padrão da abertura. Três exemplos do que já está valendo na sua empresa hoje.

um sócio sai

Sem critério definido em contrato, o valor da quota é apurado com base em um balanço levantado na data da saída, e o pagamento vence em noventa dias. Noventa dias para tirar do caixa o valor de uma parte da empresa, num critério que vocês não escolheram.

um sócio falece

Sem previsão sobre o destino das quotas, o caminho padrão é a liquidação da quota em favor dos herdeiros, salvo o que o contrato dispuser de outro modo. Na prática: ou a empresa paga, ou os sócios remanescentes negociam com quem eles não escolheram para sócio.

um sócio quer vender

Na omissão do contrato, a venda de quotas a alguém de fora depende de não haver oposição de titulares de mais de um quarto do capital. Numa sociedade de dois sócios, isso significa que cada um pode barrar o outro, e o resultado é que ninguém sai e ninguém entra.

Nenhuma dessas regras é injusta. Elas só não foram escritas olhando para o caixa da sua empresa, para o combinado que vocês fizeram na prática, nem para o que cada sócio entrega hoje. O programa troca o padrão por decisão.

O momento

A hora de escrever as regras é enquanto ninguém sabe de que lado vai estar.

Hoje

Hoje ninguém sabe quem vai querer sair primeiro. Nem quem vai trazer o cliente que muda o patamar da empresa, quem vai se casar, quem vai adoecer, quem vai receber um convite para tocar outro projeto.

É exatamente por isso que hoje é barato decidir. Cada regra é hipótese, e hipótese se discute com a cabeça fria, porque nenhum sócio sabe se ela vai favorecer ele ou o outro. O que sai dessa conversa tende a ser equilibrado, não porque alguém foi generoso, mas porque ninguém sabia onde ia estar.

Daqui a três anos

Quando o cenário aparecer, a mesma regra deixa de ser hipótese. Ela passa a ter um beneficiado e um prejudicado, com nome, e os dois sabem qual é qual.

A conversa que hoje leva quatro reuniões passa a ter um advogado de cada lado, quando não passa a ter juiz.

A decisão é a mesma. O que muda é o custo dela, e o custo é definido pelo momento em que vocês decidem.

O efeito

O documento é o final. O que muda começa antes dele.

Quem passa pelo programa não fala do arquivo assinado. Fala de quatro coisas.

Alinhamento explícito

Toda sociedade opera com um combinado implícito, e cada sócio entende esse combinado de um jeito ligeiramente diferente. Quanto cada um trabalha, quanto cada um retira, quem decide o quê. Enquanto ninguém confere, as duas leituras convivem em paz. O processo confere. As divergências que aparecem na mesa hoje são as mesmas que apareceriam na crise, com uma diferença: hoje elas se resolvem conversando.

Velocidade de decisão

Estrutura societária bem feita não trava a empresa, destrava. Quando está escrito quais decisões exigem todos os sócios e quais são da administração, quem toca o dia a dia para de pedir licença para operar, e cada um sabe exatamente até onde vai sozinho. Sociedade que sabe quem decide o quê decide mais rápido.

Credibilidade na mesa

Investidor, banco, comprador e sócio novo olham para o mesmo lugar antes de olhar o resultado: como a sociedade está organizada. Documentação societária em ordem coloca a empresa em outro patamar de conversa, e evita que a diligência vire negociação sobre o que ninguém combinou.

Relação preservada

A maior parte das sociedades não quebra por má-fé. Quebra porque nada foi combinado e cada sócio se sentiu no seu direito. Regra escrita tira a leitura pessoal do meio. Não é um sócio impondo ao outro, é o que os dois decidiram quando estavam bem.

O que não acontece sozinho

O difícil não é redigir. É puxar a conversa.

Os sócios sabem que precisam de um acordo. Sabem há tempo, muitas vezes já falaram sobre isso. O que não acontece é a conversa, e a razão é estrutural, não é falta de disciplina.

Entre sócios não existe pergunta neutra. Se você pergunta ao seu sócio o que acontece se ele quiser sair, você não fez uma pergunta, você deu um sinal: ou está pensando em sair, ou acha que ele está. Se pergunta o que acontece caso ele reduza o que entrega hoje, virou cobrança. Se traz sucessão para a mesa, ninguém tem estômago para continuar o assunto.

Então a conversa é adiada. E é adiada até o dia em que ela não pode mais ser adiada, que é justamente o pior dia possível para tê-la.

Quando quem pergunta é o escritório, a pergunta deixa de ser acusação e vira etapa do processo. Ninguém está cobrando ninguém, os dois estão respondendo à mesma lista.

Três coisas que só existem quando alguém conduz

A

O repertório da pergunta

Sócio responde bem ao que é perguntado. O que ninguém antevê é o cenário que ainda não viveu: divórcio de sócio casado em comunhão de bens, sócio que quer reduzir dedicação sem reduzir participação, sócio que vira concorrente depois de sair, herdeiro que quer votar, entrada de um quarto sócio que desequilibra o que era par. O programa chega com essa lista pronta, montada a partir do que trava sociedades reais.

B

A tradução da decisão em cláusula

Entre “se um sair, a gente paga o que for justo” e uma cláusula que funciona existe a definição de cinco coisas: o critério de avaliação, a data de referência, o prazo, a forma de pagamento e o que acontece se a empresa não tiver caixa naquele momento. Combinado sem esses cinco itens é intenção, não é regra, e intenção não resolve nada no dia em que é preciso resolver.

C

A camada certa para cada regra

Parte das proteções só produz efeito registrada na Junta, e parte só funciona fora dela, no documento privado. Regra escrita na camada errada é regra que não pega no dia em que precisa pegar. Definir o que vai para cada documento é decisão técnica, e é ela que faz a estrutura proteger sem engessar.

O processo

Quatro reuniões. Cada uma com uma pauta fechada.

O programa é conduzido pessoalmente, com todos os sócios na mesma sala virtual. Antes da primeira reunião, um questionário curto sobre a empresa hoje, para que a conversa comece do ponto certo.

01

Mapeamento

Como a sociedade funciona de fato hoje: quem faz o quê, quanto cada um retira, como as decisões vêm sendo tomadas, o que já foi combinado de boca e nunca foi escrito. Sai daqui a lista das decisões pendentes da sociedade.

02

Controle e convivência

Como as decisões passam a ser tomadas: o que exige todos os sócios, o que é da administração, como se resolve um impasse, política de pró-labore e de distribuição de lucros, dedicação de cada sócio.

03

Entrada e saída

Saída voluntária, critério de avaliação da quota, prazo e forma de pagamento, sucessão em caso de morte, exclusão por falta grave, direito de preferência, não concorrência e regras para a entrada de um novo sócio.

04

Leitura conjunta

Os dois documentos já redigidos, lidos cláusula a cláusula com os sócios, cada uma com a nota do que ela faz e de qual risco ela cobre. Ajuste final, assinatura e protocolo do Contrato Social na Junta Comercial.

Ninguém assina o que não entende. É por isso que a última reunião existe.

A entrega

Duas camadas, cada uma com uma função.

Não é um modelo genérico com o nome da empresa trocado. São dois documentos que se conversam, com remissão de um para o outro, porque parte das regras só funciona registrada e parte só funciona no privado.

Camada pública

Contrato Social

Registrado na Junta, produz efeito perante terceiros, não só entre os sócios. É onde ficam as proteções que dependem de registro para valer:

  • critério de saída e cálculo do valor da quota
  • destino das quotas em caso de morte
  • exclusão de sócio por falta grave
  • direito de preferência na venda
  • limite do que a administração pode assinar sozinha

Muda raramente. Estabilidade é a função dele.

Camada privada

Acordo de Sócios

Confidencial, o mercado não vê. É onde fica a convivência:

  • papel e dedicação de cada sócio
  • política de pró-labore e distribuição de lucros
  • quais decisões exigem todos os sócios
  • como se resolve um impasse
  • regras de saída e de entrada entre sócios

Ajusta sem passar pela Junta. Acompanha a empresa conforme ela cresce.

Um protege a empresa diante do mundo.O outro protege os sócios deles mesmos.

Qualificação

O programa não é para toda sociedade.

É para a sua sociedade se

  • É uma Sociedade Limitada com 2 a 4 sócios.
  • Está operando, ou com o CNPJ em abertura próxima.
  • Os sócios concordam em estruturar. A decisão de fazer já está tomada, o programa define o como.
  • Não há disputa ativa entre os sócios hoje.

Outro programa do escritório atende melhor se

  • Já existe conflito aberto entre os sócios.
  • Há investidor com rodada concluída e cap table de startup.
  • O caso pede holding patrimonial ou sucessão familiar.
  • Há uma venda ou captação concreta nos próximos 90 dias.

O questionário de qualificação faz esse encaminhamento automaticamente. Nenhum contato se perde.

Quem conduz o programa

Gabriel Serafin

Gabriel Serafin

OAB/PR 131.160

Advogado empresarial dedicado a planejamento societário, governança e estruturação de sociedades limitadas.

Antes da advocacia, foram cinco anos no mercado: vendas, marketing digital e estratégia de negócios. Foi ali que ficou claro que quase todo problema societário grave começa como uma conversa que os sócios não tiveram no ano anterior. É essa trajetória dupla que define a leitura do escritório: unir o que a lei permite ao que a sociedade precisa na prática, com a cláusula técnica explicada na língua de quem toca empresa.

Conduzo cada programa pessoalmente, do mapeamento à assinatura. Você não é repassado para uma equipe. O escritório é 100% online e atende empresas em todo o país.

OAB/PR 131.160 · Pós-graduação em Direito Empresarial, PUC-RS

Perguntas frequentes

O que ainda fica em aberto.

O contrato social padrão registra que a empresa existe: sede, capital, atividade e quem administra. Ele não diz quanto vale a quota de quem sai, em quanto tempo isso é pago, o que acontece se um sócio falecer, nem como se resolve um impasse. O programa entrega as duas camadas: um Contrato Social com as proteções que dependem de registro para valer, e um Acordo de Sócios com as regras de convivência, privado e ajustável.

É o contrário. Desconfiança nasce quando o assunto é trazido depois que já existe um motivo, porque aí a pergunta tem endereço. Trazer agora, sem que ninguém queira sair, ninguém esteja insatisfeito e ninguém saiba de que lado vai estar, é o cenário em que a conversa é mais fria e mais equilibrada. Estruturar quando está tudo bem não é sinal de dúvida sobre o sócio, é sinal de que a sociedade está sendo levada a sério.

Sim. O Acordo de Sócios vincula quem assina, então todos assinam. E a parte que produz o resultado é a conversa: um acordo construído por um sócio só e apresentado pronto aos demais nasce como proposta de um lado, não como regra da sociedade.

Normalmente o que resiste não é o acordo, é a suposição de que alguém quer se proteger de alguém. A primeira reunião costuma desfazer isso, porque a pauta é a empresa e não a conduta de ninguém. Nenhuma cláusula entra sem que todos os sócios saibam o que ela faz e qual risco ela cobre. Ninguém assina o que não entende.

Um modelo responde às perguntas médias de uma sociedade média. A sua provavelmente não é média: um sócio que entrou com capital e outro que entrou com operação, um que ainda tem outra atividade, um casado em regime de comunhão, uma distribuição que não segue a proporção das quotas. Modelo não enxerga nada disso. E, principalmente, modelo não faz a conversa acontecer, que é justamente a parte que não acontece sozinha.

Quanto menor a empresa, mais simples é decidir, porque há menos valor em disputa, menos histórico acumulado e menos gente envolvida. As mesmas decisões, tomadas com a empresa maior, envolvem números que já têm dono na cabeça de cada sócio. Estruturar cedo é a versão mais barata e mais rápida do mesmo trabalho.

Não. Ele é um documento privado e permanece assim, o que é uma vantagem: as regras de convivência da sociedade não ficam expostas ao mercado, e podem ser ajustadas sem passar por alteração contratual. Por isso o programa distribui as regras entre as duas camadas, colocando no Contrato Social aquilo que depende de registro para produzir efeito perante terceiros.

Escopo e valor fechados, definidos na proposta, sem cobrança por hora. O valor é apresentado depois do questionário, porque ele depende do número de sócios e da situação da empresa hoje. Não há surpresa entre a proposta e a assinatura.

Um questionário curto no início e quatro reuniões ao longo de aproximadamente 30 dias. Entre uma reunião e outra, a redação corre no escritório. A operação da empresa não para em nenhum momento.

Vamos mapear a sua sociedade.

Preencha os dados abaixo. No passo seguinte, um questionário curto sobre a empresa hoje. É ele que nos deixa chegar à primeira conversa com o seu cenário já mapeado, em vez de gastar a reunião coletando informação. Em até 24 horas, retornamos pelo canal que você escolher, com o material do programa e os próximos passos certos para o seu momento.

Quatro reuniões · Dois documentos · Aproximadamente 30 dias

Etapa 1 de 2

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